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Investimentos e modernização de terminais hidroviários integram regiões

  Investimentos e modernização de terminais hidroviários integram regiões

O Governo do Pará, por meio da Companhia de Portos e Hidrovias (CPH), trabalha em ritmo acelerado para dotar o imenso território paraense de infraestrutura hidroviária. Na região do Baixo Amazonas, na região oeste, a Companhia já entregou os terminais hidroviários de Terra Santa, Faro, Prainha e Curuá, e em breve serão os de Almeirim e Santarém, incluindo o do distrito de Santana do Tapará.

 

 Os terminais são construídos com recursos da Caixa Econômica Federal e já foram outorgados pela Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), recebendo autorização para operar. Nesta mesma região, a CPH reconstrói os terminais de Óbidos e Monte Alegre, e abriu licitação para obras no porto de Alenquer.

 

Todos os terminais hidroviários contam com infraestrutura moderna e confortável. Alguns, como os do Baixo Amazonas, também possuem terminais de cargas. Em virtude das variações das marés, os terminais possuem rampas metálicas articuladas e flutuantes cobertos, além de sistemas de amarrações e fundeios, o que garante o uso em períodos de seca ou cheia dos rios.

 

"Os terminais hidroviários são fundamentais na vida das pessoas, principalmente daquelas que moram em regiões onde os rios se transformam em ruas. O Governo avança na renovação da malha rodoviária e investe na malha hidroviária", destaca Abraão Benassuly, presidente da CPH.

 

Com mais da metade das obras concluídas, o Terminal Hidroviário de Santarém será o maior e mais moderno do Brasil, com capacidade para receber cerca de 150 mil passageiros por mês. "É uma obra estratégica, porque de Santarém partem, e também chegam, embarcações para várias regiões do Estado. Os passageiros terão um equipamento com escada rolante, ar condicionado, wi-fi, lanchonetes e lojas", completa Abraão Benassuly.

 

De acordo com o levantamento realizado pela Companhia, dos 144 municípios paraenses, 50,3% são atendidos pelo modal hidroviário, e 25% deles (31 municípios) dependem dos rios para transporte de pessoas e cargas. Neste cenário, a Companhia já construiu ou reconstruiu terminais nos municípios de Belém, Barcarena, Gurupá, São Sebastião da Boa Vista, Porto de Moz, Itaituba e Limoeiro do Ajuru.

 

 

 

Marajó - A CPH vem elaborando projetos de reconstrução e adequação de infraestrutura hidroviária no Arquipélago do Marajó. Os municípios beneficiados são Cachoeira do Arari, Santa Cruz do Arari, Chaves, Melgaço, Anajás, Bagre, Afuá, Soure, Breves e Portel. Todos os projetos estão em fase de elaboração. No município de Salvaterra será construído um terminal hidroviário turístico. O terminal de Curralinho já está em obras e os de Muaná, Ponta de Pedras e Santa Cruz do Arari estão com processo licitatório em aberto.

Demais regiões –
Em Maracanã, além do trapiche e mercado de peixe, o governo vai construir o terminal hidroviário turístico da Ilha de Algodoal, com recursos assegurados pela Caixa Econômica Federal.

 

Na região sul, a CPH construirá o terminal hidroviário turístico de Conceição do Araguaia, em fase de elaboração do projeto executivo, enquanto na Região do Xingu será construído o terminal de Senador José Porfírio, também em fase de elaboração de projeto executivo.

 

A Região de Integração Tocantins será beneficiada com os terminais de Mocajuba e Acará, igualmente em elaboração do projeto executivo, enquanto os terminais de Icoaraci e Curuçambá, na Região Metropolitana de Belém, aguardam licitação.


Referência - Administrado pela CPH, o Terminal Hidroviário de Belém registrou, de janeiro a novembro de 2020, cerca de 440 mil usuários – uma média de 37 mil usuários ao mês – e realizou 4.700 operações, entre embarques e desembarques. Devido à pandemia de Covid-19, a CPH reforçou os protocolos de segurança.

 

O Terminal Hidroviário de Belém vai ganhar um terceiro conjunto naval, que será instalado em frente ao galpão 10 da Companhia Docas do Pará (CDP), o que deve aumentar em 30% o número de embarques e desembarques de passageiros e ampliar a capacidade física em 50%.

 

 

Por Bruno Magno (CPH) 

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